Back, but not to black

Finally. é isso mesmo: F I N A L M E N TE!

Meaning in Music está de volta! Aos caros leitores que passaram por aqui e deixaram seus comentáriso e pedidos, um grande GRITO de desculpas, pois a volta se mostrou bem mais complicada do que eu imaginava. Mas os tempos são outros agora e após muitos e muitos acontecimentos e descobertas (experiências diversas na vida que qualquer dia desses eu acho que conto), concluí que tradução mesmo, pra mim, tem que ser de música. Não tem jeito. Eu amo música, sem preconceitos – tenho minhas preferências, claro, mas estou aberta a conhecer coisas novas sempre -, e pelo que tenho visto nada anda muito mudado nesse ramo da tradução. A coisa ainda tá preta.

E por falar em preta, estou lendo um desses best-sellers aí, um que se chama “Melancia”, sabem? Pois é, estou eu lá no meio da leitura quando percebo uma frase do tipo “queria deixar ele com um olho preto”. Anderson Silva que não escute essa! Não prefiro nenhum nem outro, mas se for pra levar que seja um “olho roxo” , né?

A maior dificuldade de se traduzir é sempre quando tratamos de expressões do cotidiano, do universo mais informal. É preciso ter bastante conhecimento dessa linguagem para fazer com o que se está traduzido passe a mesma mensagem do original, mas com a carinha do idioma novo. “Black eye” em português não dá pra encarar como “olho preto”, concordam?

Enfim, por essas e outras resolvi que de uma vez por todas vou estar aqui com um pouco mais de corpo e alma do que antes. Sem muitas pretensões, nada de entrar em análises muito profundas das letras Minha proposta é, sempre que der, destacar alguma coisa que eu achar interessante nas letras, do ponto de vista gramatical (colocações e afins) e fazer algum comentário. Depois disso, segue vídeo e tradução. Aproveitem, comentem, opinem!

Beijos e até mais,

Cah(milla)